Proteção de Dados

Mitos e verdades sobre armazenamento em nuvem no setor da saúde

À medida que mais organizações de saúde empregam soluções de armazenamento em nuvem para alavancar sua elasticidade, escalabilidade e facilidade de acesso, surgem dúvidas sobre como esses sistemas realmente funcionam e se sua eficácia e viabilidade se traduzem em investimento tangível potencial. 

O que está claro é que cada vez mais instituições de saúde estão investindo no uso de soluções em nuvem para inúmeras demandas, incluindo aplicativos clínicos e hospedagem de dados, troca de informações de saúde, backups e recuperação de dados.

Devido ao aumento da popularidade dos serviços em nuvem e de acordo com a maioria dos novos avanços tecnológicos, há muitas dúvidas sobre como esses sistemas funcionam. Quem controla os dados? Quão complicado e demorado é o processo de implantação? Que segurança existe para proteger a privacidade do paciente? O sistema é facilmente escalável?

A preocupação com a segurança, por exemplo, é legitimamente. De acordo com o relatório da empresa de segurança em nuvem Bitglass, houve um aumento de 55% nas violações de dados de saúde em 2020 e abrir a porta da frente digital aumenta a probabilidade de os dados serem expostos. 

Mitos comuns de armazenamento em nuvem de saúde

Devemos culpar a nuvem como a causa das violações? Não, embora as violações de dados estejam aumentando na área da saúde, isso não significa que o uso de dados na nuvem seja menos seguro. 

Para que as organizações de saúde realmente se transformem, elas devem ser capazes de separar o mito da nuvem da realidade. 

O que se segue abaixo, são mitos comuns sobre o armazenamento na nuvem que precisamos desfazer para avançarmos com o uso seguro e dentro dos padrões de conformidade, de todos os dados ao nosso alcance para melhorar a quantidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Mito 1: O armazenamento de dados de saúde não está em conformidade com as legislações vigentes

Algumas instituições de saúde estão preocupadas de que os registros eletrônicos de saúde e outros dados médicos armazenados na nuvem possam não atender às diretrizes regulatórias e de conformidade. Com diretivas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e regras bem estabelecidas como HIPAA, essa é uma preocupação legítima.

A boa notícia é que os fornecedores de nuvem têm toda a tecnologia, governança e controles de processo necessários para armazenamento de dados de saúde baseado em nuvem. 

Obviamente, você precisará garantir que seus processos internos, integrações externas e outras partes de sua migração de dados e plano de gerenciamento estejam em conformidade. Mas, do ponto de vista técnico de um fornecedor, sua instituição de saúde está coberta.

Mito 2: Os dados de saúde armazenados na nuvem são menos seguros que os dados no local

Há uma percepção comum de que os dados mantidos na nuvem são menos seguros do que as informações armazenadas localmente. Isso não é verdade. 

Ambientes de nuvem modernos têm toda a tecnologia e protocolos de segurança necessários para proteger informações médicas confidenciais. Seu hospital pode até optar por ter um ambiente de nuvem privada isolado para máxima segurança e tranquilidade.

De fato, os ambientes de nuvem podem fornecer altos níveis de ferramentas de autenticação, monitoramento e segurança, juntamente com a criptografia de dados de saúde, estejam eles em repouso ou em trânsito. 

Além disso, muitos provedores de assistência médica optam por fazer backup de seus dados na nuvem, para proteção em tempo real e failover no caso de uma falha catastrófica de hardware local ou violação de dados.

Mito 3: Acessar dados de saúde na nuvem é lento e não confiável

Se você está preocupado com a disponibilidade de dados, fique tranquilo. Os ambientes de nuvem são normalmente mais resilientes do que o armazenamento de dados local. 

Com recursos como ponto de presença, sistemas resilientes e backups de informações, os fornecedores normalmente garantem tempo de atividade de pelo menos 99,999%. Além disso, conexões rápidas com a Internet pública, redes de longa distância privadas e telecomunicações móveis significam ser rápido e fácil acessar dados de saúde em qualquer tecnologia de comunicação.

Mito 4: Pode ser caro armazenar dados de saúde na nuvem

Vamos admitir, há um pouco de verdade nesse mito. A maioria dos fornecedores de nuvem cobra por infraestrutura e armazenamento “sob demanda”, portanto, quanto mais armazenamento e poder de computação você usa, mais você paga. 

Isso é compensado por não ter que comprar infraestrutura antecipadamente ou atualizar e manter hardware, servidores e outras tecnologias por conta própria.

O problema aqui é que imagens de diagnóstico e outros dados podem ocupar muito espaço, mas isso se aplica se você estiver armazenando informações localmente ou na nuvem. Também é importante pensar em seu custo total de propriedade para armazenar dados localmente. 

O armazenamento baseado em nuvem geralmente é mais barato do que os custos de CAPEX e OPEX para uma solução de armazenamento local. Essas despesas incluem compra e atualizações de infraestrutura, suporte de engenharia, despesas de localização, custos de serviços públicos, equipamentos de segurança, garantias e outros custos de gerenciamento.

Você ainda vai querer minimizar seus custos de armazenamento em nuvem o máximo possível, para isso, a recomendação é o uso de ferramentas de monitoramento de armazenamento e planejamento de capacidade para identificar e remover ou arquivar dados de saúde desnecessários para manter suas despesas no mínimo.

Mito 5: Você não mantém a propriedade dos dados de saúde armazenados na nuvem

Seu fornecedor de nuvem não possui suas informações médicas ou de saúde. Eles simplesmente alugam o espaço para armazenar esses dados, mas toda a propriedade e gerenciamento permanecem com a instituição médica

Fornecedores e provedores de assistência médica terão contratos detalhados que declaram que todos os dados, aplicativos e outros ativos criados por sua organização permanecem sob seu controle. Você pode remover seus dados de um provedor e transferi-los para um novo fornecedor com base nas necessidades da sua organização.

 

 

O Madics Sign é um excelente exemplo de como a nuvem pode beneficiar instituições de saúde e pacientes. 

Integrado aos sistemas PEP, a solução Madics Sign ajuda no ciclo de armazenamento de documentos hospitalares, contribuindo com sua longevidade, pois o prontuário do paciente é assinado digitalmente.

Oferecida pela E-VAL Saúde, O MADICS Sign é uma solução de assinatura eletrônica e proteção de dados integrada ao prontuário eletrônico do paciente (PEP) que ajuda os hospitais a eliminarem papel em seus processos médicos e no uso da receita digital e atestados médicos. 

O MADICS Sign é a maneira mais fácil de eliminar o papel do hospital, melhorando a colaboração entre os médicos, enfermeiros e equipe multi, criando uma experiência incrível.

Considerada a solução mais indicada para eliminação do registro impresso do prontuário, o MADICS Sign se apoia na legislação vigente sobre a validade jurídica de documentos eletrônicos assinados digitalmente e nas resoluções que regulamentam a infraestrutura de certificação digital brasileira e o uso de certificados digitais no setor da Saúde.

A solução permite a autenticação do usuário integrada ao sistema de prontuário. O hospital ou seu representante chancelam digitalmente o registro do prontuário e o registro de autenticação do profissional de saúde, garantindo a inalterabilidade do prontuário e autenticação, gerando uma evidência verificável por terceiros.​

Além disso, o MADICS Sign é um sistema híbrido que mantém a assinatura digital ICP-Brasil, transparente para o sistema de prontuário e operação.​ O hospital poderá manter parte dos usuários assinando digitalmente de acordo com sua avaliação, garantindo assim a segurança e proteção de dados.

Quanto tempo sua equipe está perdendo manuseando documentos em papel? Para muitos hospitais, a resposta é: “Não sabemos”.

Embora tenha havido uma mudança nos últimos anos em direção à digitalização de processos de saúde, como o uso de formulários de entrada online simples ou a implementação de sistemas como o prontuário eletrônico do paciente (PEP), muitas práticas ainda lutam com fluxos de trabalho em papel.

Isso pode incluir documentação em papel sendo passada fisicamente entre os membros da equipe, ou mesmo soluções de software não automatizadas, como o envio de um arquivo Excel por e-mail, por exemplo.

Muitos desses processos podem (e devem) ser digitalizados e automatizados, se não por uma questão de conveniência, mas por um outro motivo importante: o custo.

Os sistemas de fluxo de trabalho baseados em papel podem custar à sua clínica milhares de Reais anualmente, mesmo sem você saber.

Nos EUA, por exemplo, o uso de formulários em papel custa US$ 120 bilhões por ano.

Para as clínicas, a maior parte dos resíduos de papel vem de arquivos de pacientes, formulários de admissão e outros processos de papel relacionados ao atendimento ao paciente, bem como ao trabalho administrativo.

Embora, na prática, o PEP tenha mitigado algum desperdício de papel nas clínicas, isso simplesmente não foi suficiente.

Na verdade, espera- se que a demanda por papel dobre antes de 2030.

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É a maneira mais fácil de automatizar fluxos de trabalho de PEP. Use o MADICS Sign e elimine uma boa quantia de papel e dor de cabeça.

E-VAL Saúde, uma empresa do Grupo E-VAL

A E-VAL Saúde é uma empresa especializada em certificação digital, segurança da informação com foco em assinatura digital, autenticação e proteção de dados, em especial para assinatura digital de prontuários eletrônicos do paciente, gerenciamento eletrônico de documentos e demais documentos de seu hospital, operadora, laboratório ou clínica. A E-VAL Saúde tem mais de 10 anos de experiência no mercado da saúde.

Fale conosco, os especialistas da E-VAL Saúde terão o maior prazer em atendê-los, contribuindo para o desenvolvimento dos seus projetos e a melhoria contínua da segurança do seu hospital, operadora, laboratório ou clínica.

Até breve!